Cooperação técnica entre Seagri e Emater garante assistência a pequenos produtores

Um termo de cooperação técnica entre o Governo de Alagoas, por meio da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Pesca e Aquicultura (Seagri) e a Emater vai possibilitar ações voltadas à agricultura familiar, na produção de hortaliças e para a comunidade do Bálsamo, no município de Palmeira dos índios.

A definição foi discutida nesta quarta-feira (13), no escritório regional da Emater em Palmeira dos índios, entre o secretário da Agricultura, Álvaro Vasconcelos, O presidente da Emater, Elizeu Rêgo, e o prefeito Júlio César.

Pela cooperação técnica, que será assinada na próxima semana, entre os gestores da Seagri, Emater e a da prefeitura de Palmeira dos índios, será possével a ampliação da assistência técnica, doação de veículos, reestruturação do prédio do órgão e envio de técnicos agropecuários.

O secretário da Agricultura, Álvaro Vasconcelos, informa que o termo de cooperação técnica entre o Governo de Alagoas e prefeitura de Palmeira dos índios tem como objetivo fortalecimento da Agricultura familiar e, sobretudo, aumentar a produtividade de hortaliças, frutas, inhame, batata doce, macaxeira, entre outros.

“A parceria, além de estreitar as gestões estadual e municipal, tem como propósito promover o desenvolvimento de Palmeira dos Índios e da região e o fortalecimento da Agricultura familiar”, atesta o secretário da Agricultura, Álvaro Vasconcelos.

Para o prefeito de Palmeira dos Índios, Júlio César, A construção da parceria com o Governo de Alagoas, por meio da Secretaria da Agricultura, tem grande significado para o município, para os pequenos produtores rurais e para o desenvolvimento da atividade agrícola e econômica da região.

“Reconheço o esforço e a determinaçãodo governo Renan Filho em priorizar também o município de Palmeira dos índios em todas as áreas”, afirma Júlio César.

O presidente da Emater, Elizeu Rêgo, assegura que a cooperação técnica vai garantir assistência aos pequenos produtores rurais de todas as comunidades, bem como assentamentos, indígenas e quilombolas.

Ascom – 13/09/2017

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